Tendências do setor do Retalho e Grande Distribuição para 2019

A Hays, Grupo líder mundial em recrutamento de profissionais qualificados, revela no Guia do Mercado Laboral 2019 que o setor do Retalho e Grande Distribuição continua muito dinâmico em termos de recrutamento, especialmente na área digital.

A mudança no comportamento dos consumidores na utilização dos canais digitais tem levado a que a maior parte das empresas faça um investimento em funções de e-commerce e market place, impulsionando assim a transformação neste setor. “Existe uma enorme urgência no mercado atual em contratar profissionais que saibam quais as necessidades dos consumidores, que tenham um perfil estratégico e também uma visão abrangente sobre o setor para conseguirem oferecer soluções inovadoras.” Filipa Silva, Senior Consultant & Team Leader da Hays Portugal.

Perspetivas para 2019

Se por um lado esta tendência na área digital se fez sentir em 2018, na área da Grande Distribuição, especialmente no Retalho Alimentar, por outro lado, na Indústria Têxtil, as áreas comerciais e de desenvolvimento de negócio revelaram ser áreas de maior necessidade em 2019.

Perfis mais solicitados e os mais difíceis de identificar

Em 2019, o recrutamento de Gerentes de Loja bem como o recrutamento para reestruturação e substituição de equipas, serão as maiores apostas devido à importância da experiência do consumidor e do aumento do número das lojas físicas.

Os perfis mais difíceis de identificar são Modelistas, Market Place Specialist, Chefe de Seção Alimentar e Designer de Produto.

Mais valias e benefícios desejados

Após uma análise aos inquiridos, sendo que 56% eram do sexo masculino e os restantes 44% do sexo feminino, estes apontam como as principais mais-valias a oferta salarial (84%), plano de carreira (73%), bom ambiente de trabalho (71%), cultura empresarial (62%) e qualidade dos projetos (53%). Quanto os benefícios mais desejados para aceitarem uma oferta de trabalho apontam como as cinco principais o seguro de saúde (85%), flexibilidade de horários (63%), formação/certificações (52%), possibilidade de trabalhar a partir de casa (51%) e dias de férias extra (33%).

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